Concentra aproximadamente 850 mil habitantes, o que representa cerca de 20% da população do EspÃrito Santo. A região possui perfil demográfico misto, com áreas urbanas consolidadas e forte presença rural. A economia regional responde por cerca de R$ 45 a R$ 50 bilhões do PIB estadual, impulsionada pela indústria de rochas ornamentais, agropecuária, comércio, serviços e turismo litorâneo. A renda média anual per capita situa-se entre R$ 42 mil e R$ 48 mil, acompanhando a média do interior capixaba, com alto grau de integração logÃstica ao Sudeste.
chevron_rightITAPEMIRIM– itapemirinensePolo histórico do sul capixaba, cortado pelo rio Itapemirim, é conhecido por sua importância cultural e literária. Tem belas praias e natureza preservada.
chevron_rightMARATAÍZES– marataizenseEstância balneária muito procurada no sul capixaba, conhecida por suas praias extensas e tradição pesqueira. A economia turÃstica apresenta fluxo intenso de visitantes em perÃodos de alta temporada.
chevron_rightPIÚMA– piumenseDestino turÃstico conhecido pelas praias tranquilas, ilhas costeiras e pela tradicional produção de artesanato em conchas.
chevron_rightANCHIETA– anchietenseReúne patrimônio histórico, belas praias e desenvolvimento industrial. Economia diversificada, no turismo, nas atividades portuárias e no setor produtivo.
chevron_rightMIMOSO DO SUL– mimosenseLocalizada no interior do sul capixaba, marcada pela tranquilidade, pela agricultura e por relevo acidentado.
chevron_rightMUQUI– muquiensePossui o maior conjunto arquitetônico tombado no estado, preservando a história do ciclo do café.
chevron_rightCACHOEIRO DE ITAPEMIRIM– cachoeirensePolo econômico e cultural do sul do estado, conhecido nacionalmente pela indústria do mármore e granito, além de motor econômico regional no comércio e atividades produtivas.
chevron_rightRIO NOVO DO SUL– novense-do-sulPreserva resquÃcios da colonização de emigrantes suÃços, mantendo tradições e um polo cultural e histórico da região.
chevron_rightICONHA– iconhensePonto estratégico na região, com conexão direta a importantes eixos rodoviários e fluxos logÃsticos, possui economia baseada no comércio, nos serviços e na agropecuária.
chevron_rightAPIACÁ– apiacaensePolo histórico e reduto da identidade cultural regional, preserva tradições e relações comunitárias, tem base econômica na agropecuária.
chevron_rightSÃO JOSÉ DO CALÇADO– caladenseLocalidade tradicional do Caparaó capixaba, destino de ecoturismo, marcada pela religiosidade, pela agricultura e pela vida tranquila.
Abriga cerca de 900 mil habitantes, representando aproximadamente 5% da população do estado do Rio de Janeiro, mas com peso econômico muito superior. A região concentra atividades ligadas à cadeia de petróleo e gás, logÃstica, serviços especializados e agropecuária. Estima-se que responda por R$ 90 a R$ 110 bilhões do PIB fluminense, beneficiada por royalties, participações especiais e investimentos em energia. O PIB per capita regional ultrapassa R$ 90 mil, um dos mais elevados do interior brasileiro, com forte impacto na arrecadação estadual.
chevron_rightCAMPOS DOS GOYTACAZES– campistaMaior municÃpio do interior do estado, tem resquÃcios históricos do Brasil Colonial e forte tradição agrÃcola, polo regional estratégico e importante produção cultural e universitária.
chevron_rightQUISSAMÖ quissamaensePolo histórico e rural, conhecido por seu patrimônio arquitetônico colonial e natureza preservada.
chevron_rightCARAPEBUS– carapebuenseCidade baseada na agropecuária e proximidade com áreas ambientais protegidas da região.
chevron_rightSÃO JOÃO DA BARRA– sanjoanenseCom forte tradição pesqueira e resquÃcios históricos, é polo regional estratégico do eixo logÃstico sudeste, abriga o Porto do Açu.
chevron_rightCONCEIÇÃO DE MACABU– macabuenseLocalizado no interior fluminense com economia ligada à agropecuária e papel de ligação entre o litoral e a serra.
chevron_rightSÃO FIDÉLIS– fidelenseConhecida como “Cidade Poema†por sua tradição cultural e literária, está à s margens do rio ParaÃba do Sul,
Possui população residente em torno de 550 mil habitantes, com forte sazonalidade demográfica, podendo dobrar em perÃodos de alta temporada. A economia é fortemente baseada no setor de serviços, turismo, comércio, hotelaria e atividades ligadas ao litoral e à s lagoas costeiras. A região contribui com cerca de R$ 35 a R$ 40 bilhões ao PIB do estado, apresentando crescimento acelerado nas últimas duas décadas. A renda média per capita anual varia entre R$ 45 mil e R$ 55 mil, influenciada pelo turismo e pelo setor imobiliário.
chevron_rightMACAÉ– macaensePolo da indústria de petróleo e gás no Brasil, tem infraestrutura urbana consolidada e papel estratégico na cadeia energética nacional. Forte presença dos setores de serviços, logÃstica e tecnologia, além de praias urbanas e áreas naturais.
chevron_rightCABO FRIO– cabo-frienseDestino turÃstico da Região dos Lagos, conhecido por praias de areia branca, águas claras e forte atividade comercial.
chevron_rightRIO DAS OSTRAS– riostrenseMunicÃpio litorâneo com vocação turÃstica, belas praias, eventos culturais e crescimento urbano planejado.
chevron_rightARARUAMA– araruamenseCidade à s margens da maior lagoa hipersalina em estado permanente do mundo, com economia ligada ao comércio e ao turismo regional.
chevron_rightSAQUAREMA– saquaremenseReconhecida internacionalmente por ser a casa do surfe, reúne praias extensas, lagoas e tradição cultural no litoral fluminense.
chevron_rightMARICÁ– maricaenseEm constante expansão, com destaque para polÃticas públicas, lagoas costeiras, áreas de proteção ambiental e crescente relevância econômica no estado.
chevron_rightIGUABA GRANDE– iguabenseBanhada pela Lagoa de Araruama, com forte ligação ao turismo náutico e ao comércio local.
chevron_rightRIO BONITO– rio-bonitenseLocalizado no interior fluminense, com papel regional importante, economia diversificada e tradição histórica.
chevron_rightSILVA JARDIM– silva-jardinenseMunicÃpio com vastas áreas naturais preservadas, associado à conservação ambiental e ao ecoturismo.
chevron_rightCASIMIRO DE ABREU– casimirenseCidade com identidade cultural ligada à literatura e ao turismo, próxima a áreas naturais e ao litoral norte fluminense.
Reúne aproximadamente 330 mil habitantes, caracterizando-se por baixa densidade populacional e forte dispersão territorial. A economia é baseada na agropecuária, produção de alimentos, pecuária leiteira, rochas ornamentais e serviços regionais. A participação econômica é mais modesta, com estimativa de R$ 12 a R$ 15 bilhões do PIB fluminense. O PIB per capita situa-se entre R$ 28 mil e R$ 35 mil, abaixo da média estadual, refletindo perfil rural e menor industrialização.
chevron_rightITAPERUNA– itaperunensePolo regional do Noroeste Fluminense, com forte presença nos setores de saúde, comércio, educação e serviços.
chevron_rightITALVA– italvenseMargeada pelo rio Muriaé, com economia baseada na agropecuária e no comércio local, mantendo forte relação com o meio rural e com as atividades produtivas.
chevron_rightMIRACEMA– miracemenseCidade histórica do Noroeste Fluminense, marcada por sua arquitetura, vida cultural e importância regional.
chevron_rightNATIVIDADE– natividadenseDe origem histórica, com tradição religiosa e atividades econômicas ligadas à agropecuária, mantendo forte identidade cultural regional.
chevron_rightITAOCARA– italvenseConstruÃda à s margens do rio ParaÃba do Sul, com economia ligada à agricultura e tradição esportiva.
chevron_rightAPERIBɖ aperibeenseCom economia baseada na agropecuária, comércio local e eventos culturais tradicionais.
chevron_rightPORCIÚNCULA– porciunculenseLocalizada do interior fluminense com forte tradição agrÃcola e vÃnculos históricos com Minas Gerais.
chevron_rightCAMBUCI– cambucienseMunicÃpio interiorano com economia voltada à agropecuária e papel regional no Noroeste Fluminense.
chevron_rightSÃO JOSÉ DE UBÁ– ubaenseCidade com economia fortemente baseada na agricultura, especialmente na produção de hortifrutigranjeiros.
chevron_rightVARRE-SAI– varresaienseReconhecida pela produção de cafés especiais e pela forte identidade cultural da imigração italiana.
Concentra cerca de 750 mil habitantes, com urbanização média e significativa população economicamente ativa. A economia regional é diversificada, sustentada por turismo de montanha, indústria têxtil e de confecção, agricultura de clima ameno, comércio e serviços. A região responde por aproximadamente R$ 40 a R$ 50 bilhões do PIB estadual, com renda per capita estimada entre R$ 50 mil e R$ 60 mil, acima da média do interior fluminense. Apresenta bons indicadores sociais e forte atração de investimentos ligados ao turismo e à indústria leve.
chevron_rightPETRÓPOLIS– petropolitanoConhecida como “Cidade Imperial”, patrimônio histórico, clima ameno e forte vocação turÃstica e cultural.
chevron_rightTERESÓPOLIS– teresopolitanoImportante destino da Serra Fluminense, reconhecida pelo turismo de montanha, pela natureza e pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos.
chevron_rightNOVA FRIBURGO– friburguenseReferência regional na indústria de vestuário, é polo da moda Ãntima nacional, com tradição cultural, clima serrano e turismo consolidado.
chevron_rightTRÊS RIOS– trirriensePolo estratégico de integração logÃstica e econômica, situado no encontro de importantes eixos rodoviários e ferroviários.
chevron_rightSAPUCAIA– sapucaienseMarcada pela paisagem montanhosa, pela tranquilidade e pela economia ligada à agropecuária.
chevron_rightCANTAGALO– cantagalensePossui relevância histórica no ciclo do ouro e do café, tem arquitetura e identidade cultural preservadas.
chevron_rightSUMIDOURO– sumidourenseCaracteriza-se pela produção agropecuária e por áreas naturais de relevo acidentado.
chevron_rightDUAS BARRAS– bibarrenseReconhecida pelo patrimônio histórico e pela presença de rios e paisagens naturais
chevron_rightCARMO– carmenseCom economia voltada à agropecuária e forte identidade histórica no Centro-Sul Fluminense.
chevron_rightBOM JARDIM– bom-jardinenseConhecida pelo ecoturismo, pelas cachoeiras e pela produção agropecuária.
chevron_rightMACUCO– macuquenseCom base econômica na agropecuária e forte integração com a região Centro-Norte Fluminense.
chevron_rightGUAPIMIRIM– guapimiriensePorta de entrada da Serra dos Órgãos, com extensas áreas de preservação ambiental e manguezais.
chevron_rightCORDEIRO– cordeirenseÉ reconhecida pelo setor agropecuário, pela tradição cultural e por eventos regionais.