
A pré-venda do álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 começa nesta terça-feira, 1º de abril, no Brasil, marcando o início da corrida dos colecionadores por um dos produtos mais tradicionais do futebol mundial. Produzido pela editora Panini, o lançamento acompanha a expectativa para o maior Mundial da história, que será disputado com 48 seleções em três países: Estados Unidos, Canadá e México.
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A nova edição chega com números recordes. Serão aproximadamente 980 figurinhas distribuídas em um álbum com 112 páginas, o maior já produzido para uma Copa do Mundo. O aumento acompanha a expansão do torneio e representa um salto significativo em relação às edições anteriores, que tinham cerca de 670 cromos.
Em relação aos preços, os valores sugeridos indicam aumento em comparação com o último Mundial. O álbum em versão simples deve custar cerca de R$ 24,90, enquanto os envelopes com figurinhas serão vendidos por aproximadamente R$ 7, cada um contendo sete cromos.
Esse novo formato impacta diretamente o bolso dos consumidores. Estimativas apontam que completar o álbum pode ultrapassar R$ 1 mil, mesmo sem considerar a repetição de figurinhas. Em cenários mais extremos, sem trocas entre colecionadores, o custo total pode chegar a valores ainda mais altos, superando R$ 7 mil.
A comercialização antecipada também exige atenção dos fãs. Antes da confirmação oficial, a própria editora já havia alertado para golpes envolvendo falsas pré-vendas em redes sociais. A recomendação é que os consumidores acompanhem apenas canais oficiais para evitar prejuízos.
Preços da pré-venda
O site oficial da Panini informa que os produtos adquiridos na pré-venda devem ser enviadas a partir da segunda quinzena de abril. Veja os preços:
Tradição que atravessa gerações
Os álbuns de figurinhas da Copa do Mundo são uma tradição que atravessa décadas e mobiliza diferentes gerações de torcedores. Desde o século passado, a prática de colecionar e trocar cromos se consolidou como parte da experiência do torneio, transformando o lançamento em um fenômeno cultural e comercial.
Além do aspecto nostálgico, a edição de 2026 reforça a tendência de produtos mais robustos e caros, refletindo tanto a ampliação da competição quanto o aumento dos custos de produção. Para os colecionadores, o desafio será equilibrar a paixão pelo futebol com o impacto financeiro da coleção mais ambiciosa já lançada.