
O EspÃrito Santo passou a ser comandado pelo polÃtico Ricardo Ferraço, que assumiu o cargo no dia 2 de abril de 2026 após a saÃda de Renato Casagrande para disputar as eleições deste ano.
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Ferraço, filiado ao MDB, era vice-governador desde 2023 e já integrava a gestão estadual, o que reforça o caráter de continuidade do atual governo.
Natural de Cachoeiro de Itapemirim, Ferraço tem uma longa trajetória polÃtica. Já foi vereador, deputado estadual, deputado federal e senador da República, além de ter ocupado cargos no governo estadual.
Antes de assumir o governo, também atuava como vice-governador e teve participação direta em áreas estratégicas da administração, incluindo projetos de desenvolvimento e gestão pública.
Ferraço assumiu o comando do Executivo estadual após a renúncia de Casagrande, em um movimento previsto dentro do calendário polÃtico, já que o então governador deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado.
A posse ocorreu na Assembleia Legislativa e foi seguida pela transmissão do cargo no Palácio Anchieta, sede do governo estadual.
Nos primeiros dias como governador, Ferraço já começou a estruturar sua equipe e indicar nomes para o primeiro escalão, além de reforçar a continuidade de programas e ações em andamento.
A gestão tem mantido projetos herdados do governo anterior, especialmente nas áreas de desenvolvimento econômico, segurança pública e relação com municÃpios.
No discurso de posse, Ferraço destacou que pretende manter o EspÃrito Santo em um caminho de estabilidade, crescimento e diálogo entre instituições.
Ele enfatizou que sua gestão será baseada em cooperação entre os poderes, respeito institucional e foco em resultados para a população.
Nossa prioridade será fortalecer a segurança pública, ampliar a parceria com os municÃpios e manter o equilÃbrio das contas do estado, disse.
A gestão de Ferraço tende a seguir a linha do governo anterior, com foco em estabilidade, planejamento e execução de polÃticas públicas já em andamento, sem grandes rupturas.
A expectativa é que o atual mandato seja marcado por continuidade administrativa, com ajustes pontuais e reforço em áreas consideradas prioritárias.