Nesta quinta-feira, dia 4, a Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) acolheu o recurso do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MP-DFT) e tornou Bruno Henrique réu também pela acusação de estelionato, no bojo de investigação que apura suposta manipulação de resultado para favorecer apostas online.
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O caso envolve um cartão amarelo recebido pelo jogador durante uma partida contra o Santos Futebol Clube, pelo Brasileirão de 2023 — lance que teria sido intencional, segundo a denúncia, para beneficiar apostas feitas por parentes e cúmplices. Além de Bruno Henrique, outras oito pessoas — entre familiares e associados — também se tornaram rés no processo.
Já em julho deste ano, o atleta havia virado réu por fraude esportiva. Com a nova decisão, ele acumula agora duas acusações: fraude desportiva e estelionato. As penas previstas variam de dois a seis anos para o primeiro crime, e de um a cinco anos para o segundo.
A defesa de Bruno Henrique afirmou que vai recorrer da decisão, argumentando que a denúncia carece de elementos suficientes para configurar estelionato, e mantém a presunção de inocência enquanto o processo tramita.

