A Polícia Civil avançou nesta segunda-feira, 17, nas investigações sobre a morte de Gean Souza Nunes, de 27 anos, encontrado com um ferimento profundo no pescoço na região da Praia de Iriri, em Rio das Ostras, na Região dos Lagos. A mãe e uma prima do jovem foram ouvidas na 128ª Delegacia de Polícia, enquanto os investigadores buscam informações que possam ajudar a esclarecer a autoria e a motivação do crime.
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Uma das principais peças da investigação será o celular da vítima, que foi encontrado e será submetido à perícia. A análise do aparelho pode fornecer elementos sobre os últimos contatos de Gean e auxiliar a Polícia Civil na reconstrução dos passos do jovem antes do homicídio.
A perícia realizada na área onde Gean foi encontrado constatou que não há imagens de câmeras de segurança que possam mostrar a dinâmica do homicídio. Também não foram localizadas, até o momento, testemunhas capazes de relatar o que aconteceu. Na apuração inicial, já havia sido constatado que câmeras de estabelecimentos próximos estavam inoperantes.
Diante desse cenário, a perícia no telefone ganha importância para a investigação. Além da análise técnica do aparelho, a Polícia Civil segue colhendo depoimentos e reunindo outros elementos que possam indicar com quem Gean esteve ou manteve contato antes de ser morto.
Relembre o caso
Gean Souza Nunes foi encontrado morto na madrugada de sexta-feira, 14, na Praia de Iriri. Policiais militares foram acionados após a corporação receber a informação de que havia um homem ferido e pedindo socorro no local. Quando chegaram, os agentes encontraram o jovem caído, com um ferimento profundo no pescoço, aparentemente provocado por arma branca. O Corpo de Bombeiros confirmou a morte.
Natural de Macaé, Gean estava sem documentos e inicialmente não havia sido identificado. A identidade foi confirmada posteriormente, após os procedimentos de perícia e reconhecimento. O jovem tinha 27 anos e faria 28 na quarta-feira, 19..

