PUBLICIDADE
-PUBLICIDADE-
[PUBLICIDADE]
Campos dos Goytacazes

Depois de 20 anos, Complexo Farol-Barra do Furado deve sair do papel

Investimento privado de R$ 900 milhões prevê retomada de obras ainda em 2026 no terminal logístico entre Campos e Quissamã

  ∗  Da Redação
Foto: Secom/PMCG
Foto: Secom/PMCG

O município de Campos dos Goytacazes deve receber um investimento estimado em R$ 900 milhões para a retomada do Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado, localizado na divisa com a cidade de Quissamã. A previsão é que as obras sejam iniciadas ainda em 2026, com recursos oriundos da iniciativa privada.

Clique aqui para seguir o canal do NF10 no Telegram

O projeto, desenvolvido em parceria entre as prefeituras de Campos dos Goytacazes e Quissamã, tem como objetivo estruturar um terminal logístico e industrial capaz de impulsionar a atividade econômica regional e ampliar a geração de empregos diretos e indiretos. Considerado estratégico para o desenvolvimento do Norte Fluminense, o complexo busca atrair empresas e fomentar a industrialização em uma área historicamente dependente do setor de serviços e da cadeia de petróleo e gás.

Sempre afirmei que a nossa última grande chance era esse complexo logístico e industrial, comentou o prefeito de Campos, Wladimir Garotinho em vídeo nas redes sociais.

Com a nova previsão de aporte financeiro por parte do setor privado, a expectativa é que o empreendimento saia do papel após anos de paralisações e indefinições. O complexo é apontado como uma das principais apostas para diversificar a matriz econômica da região e viabilizar novos investimentos industriais no litoral norte do estado do Rio de Janeiro.

20 anos
Planejado há mais de duas décadas, o Complexo Farol-Barra do Furado enfrenta uma longa trajetória de atrasos desde o início das obras, nos anos 2000. À época, a primeira fase tinha previsão de entrega em 2018, mas o cronograma não foi cumprido.

Parte das intervenções previstas incluía a dragagem e a estabilização do Canal das Flexas, principal acesso à área do futuro terminal. Esses serviços seriam executados pelas construtoras OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão, com custo estimado em R$ 132 milhões, financiados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2). O prazo de execução previsto era de 20 meses, mas as obras não avançaram conforme o planejado.

*PUBLICIDADE*
|PUBLICIDADE|
[PUBLICIDADE]
PUBLICIDADE
-PUBLICIDADE-
[PUBLICIDADE]
PUBLICIDADE
-PUBLICIDADE-
[PUBLICIDADE]