Quissamã, no Norte Fluminense, não registra casos de feminicídio desde 2019, quando foram criados o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM) e a Patrulha Maria da Penha. No município, mulheres em situação de violência contam com uma rede que reúne atendimento especializado, orientação jurídica, medidas de proteção e acompanhamento.
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A estrutura inclui a Sala Girassol, na 130ª Delegacia Legal, o CEAM, o Núcleo Especializado de Atendimento ao Homem (Neah) e a Patrulha Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal. Os serviços atuam em diferentes etapas, desde o acolhimento até o acompanhamento de mulheres que possuem medidas protetivas.
No CEAM, o atendimento é realizado por uma equipe formada por assistente social, psicóloga e advogada. Além de ouvir e orientar as mulheres, os profissionais auxiliam quem precisa solicitar uma Medida Protetiva de Urgência e explicam os caminhos para ter acesso aos mecanismos de proteção.
Depois da concessão da medida, a mulher pode passar a ser acompanhada pela Patrulha Maria da Penha, que realiza o monitoramento dos casos e mantém atendimento 24 horas para situações de emergência.
A estrutura de atendimento também busca facilitar o acesso das mulheres a serviços que possam ajudá-las a romper situações de violência e buscar proteção. O material divulgado pelo município, porém, não apresenta dados sobre outros tipos de violência contra a mulher no período.
Canais de atendimento
O Disque 180 oferece atendimento e orientação para mulheres em situação de violência.
Em Quissamã, o CEAM pode ser acionado pelo telefone, dia 22, 99214-4913. A Patrulha Maria da Penha atende pelo, dia 22, 99237-2784.

