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Rio das Ostras

Rio das Ostras usa Carnaval para mapear perfil dos turistas

Pesquisa revela hábitos de consumo, origem dos turistas e percepção positiva de segurança

  ∗  Alysson Nogueira
Foto: Jorge Ronald
Foto: Jorge Ronald

A cidade deRio das Ostras aproveitou o movimento intenso do Carnaval 2026 para entender melhor quem escolheu o município como destino durante a folia. Uma pesquisa on-line, realizada por meio de questionário acessado via QR Code disponibilizado nos quiosques da cidade, traçou o perfil dos visitantes e apontou tendências de comportamento, consumo e avaliação da experiência.

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Os dados mostram que o fluxo turístico foi majoritariamente estadual. Segundo o levantamento, 72% dos turistas eram do estado do Rio de Janeiro. Entre os municípios mais citados aparecem Rio de Janeiro, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Campos dos Goytacazes, Paraty, Angra dos Reis, Volta Redonda, Saquarema, Magé e Cabo Frio.

Minas Gerais surge como o segundo principal emissor, representando 14% dos visitantes, com destaque para Juiz de Fora, São João del Rei e Matipó. São Paulo, Maranhão e Piauí registraram 2% cada.

A pesquisa também revelou predominância de público jovem. A faixa etária entre 18 e 35 anos correspondeu a 46% dos respondentes. Em seguida aparecem turistas entre 46 e 55 anos (22%), 36 e 45 anos (18%) e 56 a 64 anos (14%).

Quando questionados sobre a motivação da viagem, 38% apontaram a programação de Carnaval como principal atrativo. Outros 32% vieram para encontrar amigos e parentes. Lazer e natureza representaram 20% das respostas, enquanto eventos e shows foram citados por 10%.

O carro próprio foi o meio de transporte mais utilizado, com 64% das respostas. O ônibus aparece em seguida, com 18%. Aplicativos de transporte e veículos alugados somaram 12%.

No consumo, os quiosques se destacaram como principal ponto de gasto dos visitantes. De acordo com o levantamento, 82% afirmaram ter consumido nesses estabelecimentos. A experiência foi bem avaliada: 52% atribuíram nota máxima, enquanto 32% deram nota 4.

Embora a rede hoteleira tenha registrado taxa de ocupação de 80% durante o período, as hospedagens alternativas predominaram. Quase metade dos turistas (45%) ficou em casas de amigos ou parentes, enquanto 20% utilizaram imóveis próprios de veraneio. Hotéis e pousadas receberam 14% dos visitantes, seguidos por casas alugadas por temporada (12%) e plataformas digitais (4%). A pesquisa também identificou 6% de visitantes que não pernoitaram na cidade.

A percepção de segurança foi um dos pontos mais bem avaliados. Entre os entrevistados, 84% classificaram o município como seguro ou muito seguro. Apenas 4% declararam sensação de insegurança.

Em relação aos gastos, 42% informaram despesas entre R$ 2.500 e R$ 5.000 durante a estadia. Outros 38% afirmaram ter gasto até R$ 2.500, enquanto 20% declararam gastos acima de R$ 5.000.

Entre os principais destaques do Carnaval, os entrevistados apontaram a segurança (84%), a programação do CarnaJazz e dos blocos (46%), além da natureza e paisagem (40%). Já entre os pontos de melhoria, a infraestrutura urbana foi o item mais citado (28%), seguida pelo transporte público (18%) e pela divulgação da programação (14%).

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