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Acidente

Navio encalhado em praia de Macaé pode estar com os dias contados

Inspeção ambiental marcada para esta terça-feira, 30 é etapa fundamental para a aprovação do plano de retirada do Skandi Amazonas

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O navio de apoio marítimo Skandi Amazonas, encalhado há mais de um mês nas proximidades da Praia Campista, em Macaé, na Região dos Lagos, pode estar próximo de ser retirado do local. Isso porque uma inspeção ambiental marcada para esta terça-feira, 30, será uma etapa fundamental para a conclusão das análises do plano de retirada da embarcação, apresentado pela empresa responsável e atualmente sob avaliação da Marinha do Brasil e dos órgãos competentes.

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A informação foi confirmada pela Capitania dos Portos de Macaé, que acompanha o caso desde o dia 15 de maio. Segundo a Marinha, o plano de salvamento apresentado pela empresa responsável pelo navio continua em análise, na dependência do cumprimento de exigências formuladas pela Autoridade Marítima e pelo órgão ambiental competente antes de receber aprovação definitiva.

A vistoria prevista para esta terça integra o processo de avaliação e poderá contribuir para o avanço das providências necessárias à retirada da embarcação, que permanece encalhada em uma área próxima à Praia Campista, chamando a atenção de moradores, pescadores e frequentadores da orla macaense.

Entenda o caso

O Skandi Amazonas encalhou no litoral de Macaé no dia 15 de maio, após tocar uma formação rochosa nas proximidades da Pedra do Pescador. Segundo as informações apuradas pela Marinha até o momento, o impacto provocou uma avaria no casco da embarcação e permitiu a entrada de água.

Diante da situação, o comandante decidiu realizar um encalhe controlado próximo à costa como medida emergencial para preservar a segurança da tripulação e evitar danos maiores. Desde então, o navio permanece nas proximidades da Praia Campista, tornando-se um dos assuntos mais comentados entre moradores e frequentadores da orla.

Paralelamente às discussões sobre a retirada da embarcação, a Capitania dos Portos de Macaé instaurou um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) para apurar as causas, circunstâncias e possíveis responsabilidades pelo incidente.

A investigação segue em andamento, com coleta de provas, informações técnicas e depoimentos. Até o momento, não há conclusão oficial sobre as causas do acidente. O prazo inicial para conclusão do inquérito é de 90 dias, podendo ser prorrogado caso sejam necessárias novas diligências.

Marinha faz inspeção decisiva para retirada do rebocador encalhado em Macaé

Foto: Reprodução

Alysson Nogueira —  Diretor de Redação do NF10. Jornalista e comunicador apaixonado por histórias que conectam pessoas, instituições e comunidades.  •  Sugira uma correção: Notou algum erro ou deseja reportar uma atualização? Fale com a redação
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