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Acidente

Skandi Amazonas segue sem prazo de retirada em Macaé, diz Marinha

Uma semana após o acidente, empresa responsável segue avaliando danos no casco

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma semana após o acidente marítimo que chamou atenção de moradores em Macaé, na Região dos Lagos, a Marinha do Brasil informou nesta quinta-feira, dia 22, que ainda não existe prazo definido para a retirada do navio de apoio marítimo Skandi Amazonas da empresa DOF, que permanece encalhado próximo à orla da Praia Campista.

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Segundo o Comando do 1º Distrito Naval, a empresa responsável pela embarcação ainda realiza estudos preliminares para avaliar a dimensão dos danos causados no casco. De acordo com a Marinha, a análise é considerada complexa porque a parte atingida permanece submersa e em contato direto com o fundo do mar. Nos últimos dias, uma forte ressaca atinge o litoral do Rio de Janeiro com ondas superiores a 3 metros de altura.

Por conta disso, ainda não foi definida qual estratégia será utilizada para remover o navio da área.

Apesar da permanência da embarcação próximo à costa, a Marinha afirma que, até o momento, a situação não representa risco à navegação, à segurança das pessoas nem apresenta sinais de poluição no mar. O local segue sendo monitorado constantemente e embarcações continuam de prontidão ao redor do navio para uma eventual resposta rápida em caso de necessidade.

A Capitania dos Portos de Macaé também confirmou que o Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) segue em andamento. A investigação já iniciou a fase de coleta de depoimentos dos tripulantes envolvidos no acidente.

Na nota, a Marinha reforça que ainda é cedo para apontar conclusões sobre as causas e responsabilidades pelo ocorrido.

Entenda o caso
O acidente aconteceu na noite do último dia 15, quando o SKANDI AMAZONAS sofreu avarias após atingir um fundo rochoso durante a aproximação da área de fundeio do Porto de Macaé.

Com a entrada de água no casco, a embarcação começou a inclinar para um dos lados, levando o comandante a realizar uma manobra controlada para encalhar o navio próximo à Praia Campista, evitando uma situação considerada mais grave.

Ao todo, 29 pessoas estavam a bordo. Parte da tripulação foi retirada por embarcações que navegavam nas proximidades, enquanto outros trabalhadores permaneceram no navio para acompanhar as operações de segurança.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após a circulação de áudios atribuídos a pessoas ligadas à tripulação. Nas gravações, surgiram relatos sobre possíveis alertas envolvendo a navegação próxima às Ilhas de Santana pouco antes do acidente.

Dias depois, a Petrobras informou que a hipótese inicial considerada pela investigação é de colisão com um banco de rochas. Até o momento, não houve registro de feridos nem de vazamento de óleo no mar.

Alysson Nogueira —  Diretor de Redação do NF10. Jornalista e comunicador apaixonado por histórias que conectam pessoas, instituições e comunidades.  •  Sugira uma correção: Notou algum erro ou deseja reportar uma atualização? Fale com a redação
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