Um estudo elaborado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a pedido do municÃpio, apontou em 2024 que a retirada das moradias localizadas na área de risco seria necessária para proteger os moradores. Na última quarta-feira, dia 26, a água do mar alcançou alguns imóveis, a maioria deles já interditada.
A análise identificou um recuo de aproximadamente 30 metros na faixa costeira e recomendou a realização de um novo levantamento para definir quais medidas poderão ser adotadas nas próximas etapas. Segundo a Prefeitura, a contratação desse estudo ainda está em avaliação.
É fundamental que essa área esteja desocupada para que possamos avançar para as próximas etapas. A Defesa Civil atua com a prerrogativa de salvar vidas, de tirar as pessoas de áreas de risco — tanto antes de acontecer um fenômeno de ressaca quanto durante, afirmou o secretário de Defesa Civil, Joseferson Florêncio.
Nós, liderança do bairro, Prefeitura e moradores, temos que andar juntos. Se não chegarmos a um consenso, o trabalho não vai avançar. Precisamos construir um entendimento entre todas as partes, declarou.
ATUALIZADO ÀS 09h08 •
Rosana Acruche[ + ] — Editora do NF10. Jornalista. • Sugira uma correção: Notou algum erro ou deseja reportar uma atualização? Fale com a redação