A forte ressaca que atinge o litoral fluminense neste fim de semana provocou transtornos em Macaé, na Região dos Lagos. Na Praia Campista, o avanço do mar invadiu trechos da orla e causou estragos no bairro Fronteira, onde uma árvore chegou a tombar com a força das ondas e da água que avançou sobre a faixa costeira.
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Imagens registradas por moradores mostram o mar bastante agitado e a água alcançando áreas próximas ao calçadão. O cenário chamou atenção de quem passava pela orla ao longo do dia.
O alerta de ressaca permanece válido até este sábado, dia 23, segundo os órgãos de monitoramento. Em Arraial do Cabo, as ondas chegaram a 3,20 metros nas praias e ultrapassaram os 4 metros em mar aberto.
Apesar do tempo firme e sem previsão de chuva, a atuação de um sistema de alta pressão mantém o oceano agitado em grande parte do litoral do estado do Rio de Janeiro. As temperaturas também devem subir ao longo do fim de semana, podendo alcançar os 32°C.
Defesa Civil atuou no local
Equipes da Secretaria Executiva de Defesa Civil realizaram vistorias e prestando a assistência necessária aos moradores da área da Fronteira e Matinha. Com atenção redobrada aos moradores das áreas mais afetadas, a principal medida emergencial é a retirada imediata das pessoas em situação de risco, assegurando acolhimento em locais seguros. Aqueles que não possuem alternativa de abrigo estão sendo encaminhados para o Hotel de Deus, equipamento ligado à Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade.
Neste momento, a prioridade é retirar as pessoas das áreas de risco. Elas estão sendo encaminhadas para locais seguros, como casas de amigos ou familiares. Caso não haja essa possibilidade, serão acolhidas no Hotel de Deus, disponibilizado pela Prefeitura de Macaé. Ressaltamos que os moradores não devem, em hipótese alguma, retornar aos imóveis que sofreram intervenção, explicou o secretário Executivo de Defesa Civil, Joseferson de Jesus.
A recomendação é que a população permaneça atenta. Em caso de risco estrutural nos imóveis situados nas regiões da Fronteira e Matinha, os moradores devem acionar a Defesa Civil e se dirigir à praça principal da Fronteira para atendimento, se necessário.Outras equipes também estão atuando na operação, entre elas a Secretaria Executiva de Habitação, a Secretaria Executiva de Serviços Públicos e a Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade.


