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Cidadania

Câmara de Macaé abre espaço a reivindicações de pessoas com síndrome de Down

Representante do Instituto T21 cobra políticas públicas mais amplas para PcD

Foto: Ivana Gravina
Foto: Ivana Gravina

A discussão sobre inclusão ganhou novos contornos na Câmara de Macaé nesta terça-feira, dia 24. A convite da vereadora Dra. Mayara (Republicanos), representantes do Instituto Clube T21 ocuparam o Grande Expediente para chamar atenção a uma pauta que, segundo eles, ainda é pouco visibilizada: os direitos das pessoas com síndrome de Down.

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Mais do que apresentar o trabalho da instituição, o grupo levou um recado direto aos parlamentares — é preciso ampliar o olhar sobre as políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência.

Quando o debate se concentra apenas no autismo, outras deficiências acabam ficando de fora. Precisamos falar de inclusão de forma mais ampla, defendeu a fonoaudióloga Marina Rangel, gerente de Projetos e Recursos do instituto.

Especialista no tema, Marina reforçou que a síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição genética, e destacou o impacto da inclusão no desenvolvimento dessas pessoas.

Quanto mais elas estiverem inseridas em ambientes sociais estimulantes, menores serão suas necessidades. A sociedade precisa entender isso, afirmou.

Mãe de um menino de quatro anos com síndrome de Down, ela também trouxe o tema para a realidade das famílias.

Cobranças e promessas

A fala provocou reações entre os vereadores. Presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Cesinha (Cidadania) admitiu que o município ainda tem gargalos importantes.

Entre eles, o Centro de Referência para PcD, que segue apenas no papel.

Outro ponto levantado foi a possível criação de uma secretaria municipal voltada exclusivamente às pessoas com deficiência. Segundo o vereador Marvel Maillet (PV), há expectativa de que a proposta seja enviada pelo Executivo.

Enquanto isso, parlamentares reconhecem avanços recentes, principalmente nas políticas voltadas ao autismo — mas admitem que o desafio agora é não deixar outras condições à margem.

A presença do Instituto T21 na Câmara faz parte da programação do T21 Day, evento que marca o Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março.

Câmara de Macaé abre espaço a reivindicações de pessoas com síndrome de Down
Marina Rangel defendeu mais inclusão e visibilidade para pessoas com síndrome de Down em debate na Câmara de Macaé Foto: Ivana Gravina
ATUALIZADO ÀS 11h30  •   Da Redação — Produzido pela equipe de jornalismo em regime de plantão do portal NF10. Especializado em fatos urgentes, cotidiano, clima, trânsito e utilidade pública, com responsabilidade e agilidade em informar.  •  Sugira uma correção: Notou algum erro ou deseja reportar uma atualização? Fale com a redação
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