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Cidadania

Drones sobrevoam Marataízes para combater mosquitos transmissores

Tecnologia ajuda prefeitura a identificar focos do Aedes aegypti em áreas de difícil acesso no Sul do Espírito Santo

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Prefeitura de Marataízes passou a utilizar drones nas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa busca ampliar a eficiência do monitoramento e facilitar a identificação de criadouros em locais de difícil acesso, como terrenos abandonados, imóveis fechados, lajes e áreas com acúmulo de água parada.

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Os equipamentos realizam sobrevoos estratégicos para mapear possíveis focos do mosquito e auxiliar equipes da Vigilância Ambiental nas ações de combate às arboviroses. O uso da tecnologia também permite localizar pontos críticos com mais rapidez e precisão, reduzindo o tempo de resposta das equipes de saúde.

Além do monitoramento aéreo, drones utilizados em outras cidades brasileiras já conseguem aplicar larvicidas biológicos em reservatórios e áreas consideradas de risco. O método vem sendo adotado em municípios e capitais como Porto Alegre, Santos e Chapecó como estratégia complementar às visitas domiciliares e mutirões urbanos.

Segundo especialistas em vigilância ambiental, o uso de drones ajuda principalmente em áreas extensas ou de difícil entrada para agentes de endemias. Os equipamentos conseguem captar imagens detalhadas de caixas d’água destampadas, recipientes abandonados e locais com água acumulada, considerados ambientes ideais para reprodução do mosquito.

Tecnologia ganha espaço no combate à dengue
O avanço das arboviroses no Brasil fez com que municípios ampliassem o uso de novas tecnologias no controle vetorial. O Ministério da Saúde abriu neste ano um chamamento público para avaliar soluções inovadoras voltadas ao combate de mosquitos transmissores de doenças.

Em várias cidades brasileiras, drones já vêm sendo utilizados para mapeamento aéreo, aplicação de larvicidas e monitoramento ambiental. Técnicos apontam que a tecnologia reduz custos operacionais, aumenta a cobertura das ações e diminui a exposição direta das equipes em áreas de risco.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a dengue segue entre os principais desafios da saúde pública no país. Além da dengue, o Aedes aegypti também transmite doenças como chikungunya e zika, que podem causar complicações neurológicas, dores crônicas e até mortes em casos mais graves.

A prefeitura de Marataízes reforçou que a participação da população continua sendo fundamental no combate ao mosquito, principalmente com eliminação de recipientes que acumulam água parada dentro das residências e terrenos particulares.

ATUALIZADO ÀS 09h50  •   Da Redação — Produzido pela equipe editorial e direção do portal NF10. Atuamos com apuração rigorosa, checagem de fatos e atualização constante para garantir informação precisa, confiável e relevante para todos.  •  Sugira uma correção: Notou algum erro ou deseja reportar uma atualização? Fale com a redação
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