O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) está investigando a presença de espuma nas águas do Rio Pomba, em trechos de Santo Antônio de Pádua e Aperibé, no Noroeste Fluminense. O fenômeno voltou a chamar a atenção de moradores e, até o momento, a causa ainda não foi identificada.
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Segundo o Inea, as vistorias indicam que as manchas parecem ter origem em uma área localizada em Minas Gerais. O estado mineiro foi comunicado para participar das investigações, já que o Rio Pomba atravessa os dois estados.
O instituto também retomou análises relacionadas a alterações observadas no rio em 2025. Na ocasião, uma camada esbranquiçada foi identificada em algumas rochas nas margens do curso d’água. Amostras coletadas apresentaram alterações em elementos como cálcio, fósforo e outros metais, mas, segundo o Inea, essas alterações não se refletiram na qualidade da água e não foram identificados sinais de risco à saúde da população.
A nova investigação ocorre em parceria com a Prefeitura de Santo Antônio de Pádua. Moradores dos dois municÃpios já haviam relatado em outras ocasiões a presença de espuma em trechos do Rio Pomba, levantando preocupação sobre possÃveis impactos ambientais.
Em Aperibé, onde o Rio Pomba é utilizado como manancial para abastecimento, a prefeitura informou neste mês que a concessionária responsável pelo serviço vem realizando o monitoramento da qualidade da água para verificar as condições de potabilidade.
Até o momento, não há confirmação de que a espuma tenha comprometido a qualidade da água ou provocado risco à população. As causas do fenômeno ainda dependem da conclusão das investigações.

