PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
[PUBLICIDADE]
Meio Ambiente

Rio das Ostras quer desassorear rio para reduzir risco de enchentes

Prefeitura pretende avançar na limpeza de canais e manutenção da rede

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Prefeitura de Rio das Ostras estuda realizar uma obra de desassoreamento e macrodrenagem no Rio das Ostras, principal curso d’água do município e responsável pelo escoamento das águas da chuva. A proposta foi apresentada pelo prefeito Carlos Augusto Balthazar durante uma vistoria realizada neste sábado, dia 11, acompanhado por equipes da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Obras.

Receba as notícias importantes do NF10 no seu Telegram

Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito afirmou que o rio não recebe um trabalho de desassoreamento há anos e que a falta de manutenção acabou reduzindo sua capacidade de vazão.

“A falta de manutenção dos últimos anos fez com que várias árvores caídas se tornassem praticamente barreiras para o escoamento da água. Nós temos que investir para que a macrodrenagem de toda a cidade tenha um escoamento muito maior”, afirmou.

Segundo Carlos Augusto, além do desassoreamento do rio, a Prefeitura também pretende avançar na limpeza de canais e na manutenção da rede de drenagem pluvial, com o objetivo de preparar a cidade para os períodos de chuvas mais intensas.

Chuva histórica expôs fragilidade da drenagem

O anúncio acontece pouco mais de quatro meses após Rio das Ostras enfrentar um dos maiores eventos climáticos de sua história recente. No fim de fevereiro, um temporal deixou diversos bairros debaixo d’água. Segundo a Defesa Civil, choveu cerca de 140 milímetros em apenas uma hora. Em 24 horas, o acumulado chegou a 190 milímetros no bairro Bosque da Praia.

O volume de chuva interditou ruas e invadiu residências. Em várias regiões, a água demorou dias para baixar, impedindo moradores de retornar às suas casas e aumentando os prejuízos materiais. Móveis, eletrodomésticos e veículos foram danificados, enquanto dezenas de famílias precisaram deixar suas residências.

Diante da gravidade da situação, a Prefeitura decretou estado de calamidade pública. O balanço oficial registrou 37 pessoas desabrigadas e mais de 70 famílias desalojadas, que dependeram de abrigos e assistência do poder público. O município também recebeu apoio do Exército Brasileiro, que atuou no transporte de moradores em áreas alagadas e na logística de atendimento às famílias afetadas.

Alysson Nogueira —  Diretor de Redação do NF10. Jornalista e comunicador apaixonado por histórias que conectam pessoas, instituições e comunidades.  •  Sugira uma correção: Notou algum erro ou deseja reportar uma atualização? Fale com a redação
*PUBLICIDADE*
|PUBLICIDADE|
[PUBLICIDADE]
PUBLICIDADE
-PUBLICIDADE-
[PUBLICIDADE]
PUBLICIDADE
-PUBLICIDADE-
[PUBLICIDADE]